Nota puramente editorial: Nesse site (não, isso não é um blog, são eles que querem que você pense assim), é da intenção de todo o staff (eu) de prover aos leitores material não só de qualidade (duvidosa), mas também amostras de trabalho (pseudo) jornalístico que exploram sempre novas fronteiras e possibilidades. É por isso que:
1- Você está vendo aqui a crítica de um CD altamente hypado, de um cara altamente mainstream, e que, principalmente, eu nunca ouvi inteiro
2- Está sendo aqui submetido o esqueleto do trabalho de outrem, devidamente revisado, editado e moldado por minha pessoa para atender aos exigentissíssimos padrões de qualidade desse site. Explico, a primeira parte do texto, a “abertura”, é basicamente minha, usando a base de idéias do texto original (do Henrique). A segunda parte, que trata do CD e das músicas em si, é basicamente dele, com um retoque meu aqui ou ali, e algumas idéias e piadinhas cretinas minhas inseridas, e algumas opiniões dele sumariamente omitidas, uma vez que esse site tem uma certa postura alternativa (no sentido menos indie-mod-vidadinho da palavra) para zelar.
Tendo sido esclarecido esses pontos, segue-lhes enfim o texto:
1- Você está vendo aqui a crítica de um CD altamente hypado, de um cara altamente mainstream, e que, principalmente, eu nunca ouvi inteiro
2- Está sendo aqui submetido o esqueleto do trabalho de outrem, devidamente revisado, editado e moldado por minha pessoa para atender aos exigentissíssimos padrões de qualidade desse site. Explico, a primeira parte do texto, a “abertura”, é basicamente minha, usando a base de idéias do texto original (do Henrique). A segunda parte, que trata do CD e das músicas em si, é basicamente dele, com um retoque meu aqui ou ali, e algumas idéias e piadinhas cretinas minhas inseridas, e algumas opiniões dele sumariamente omitidas, uma vez que esse site tem uma certa postura alternativa (no sentido menos indie-mod-vidadinho da palavra) para zelar.
Tendo sido esclarecido esses pontos, segue-lhes enfim o texto:

Texto em si: Na resenha que segue, buscaremos: desenvolver uma crítica sagaz e pertinente sobre o CD supracitado, comentar o movimento oscilatório da carreira “musical” de Justin Timberlake, subir uma escada e, finalmente, mascar chicletes, tudo ao mesmo tempo. Portanto, aqueles cardíacos ou fracos dos nervos, por favor, parem a leitura por aqui. Aqueles bravos o suficiente, ao próximo parágrafo!
Bom, para início de conversa (e de carreira), voltemos ao milênio passado, àqueles nebulosos anos noventa, e um dos mais assustadoramente nebulosos estilos musicais até agora existentes: as “Boy Bands”. Pois é, achou que eu tava brincando quando avisei os cardíacos e fracos né? Pode parar de ler agora, se quiser. Prometo que não conto pra ninguém.
Então, década de noventa, 4 ou 5 garotos bem apessoados, bem vestidos (leia-se: vestidos com roupas caras), MUITO bem pagos, e que faziam um incrível sucesso com a mulherada, talvez por se
parecerem muito com elas, enfim, Boy Bands. Infelizmente para alguns, e felizmente para a raça humana, os garotos “cresceram”, ou as fãs “cresceram”, ou bateu um medo da retribuição divina, quem sabe? O fato é que as boy-bands minguaram, minguaram e desapareceram. Acontece que uma dessas filiais do infer... quer dizer, boy-bands, ao morrer, expeliu uma bizarra cria de suas entranhas. E assim, misturando tom de pele bem claro e rosto de menininha com músicas falando de sexo e “atitude” e “ritmo” meio negão-gangsta, nasceu a carreira solo do Justin Timberlake, da carcaça putrefata do que um dia (infelizmente) fora o N’Sync.Quem tem um passado obscuro levanta a mão
Dando um ligeiro Fast Forward, passando por um ou outro Grammy, uns clipes de músicas muito ruins cheio de mulheres muito boas, e saindo finalmente do tipo ta-beleza-já-to-cansado-de-saber-tudo-isso-fala-da-porra-do-cd-logo de assunto, temos o Future Love/Sex Sounds, que segue basicamente assim:
O CD começa com a musica homônima, que segue mt boa, no final começa a dar uma enjoadinha, mas dá pra curtir. Seguindo, o primeiro Hit do álbum, “Sexyback”. Essa é hitzinho de rádio, de academia, e de festinhas indie-cool por aí, e se todo mundo gosta (pelo menos na hora de dançar a parada) eu não vo contestar. A terceira faixa é “Sexy Ladies”. Péssima, não tem nem o q ser dito, ele pegou a parte enjoadinha da primeira musica e fez uma faixa só com ela. No final dessa 3ª ele anuncia a subseqüente com um coro bem “gangsta rap” quase comovente (“My love! MyLove!”). Pois eh outro hitzinho q, convenhamos, jah encheu o saco. Segue então como quinta música,“Love Stoned” que eh... dispensável. Talvez em outro cd daria certo, quem sabe? Para a sexta faixa uma surpresa: um outro hit! Eh isso mesmo, 3 hits em um álbum, ou melhor, em 6 faixas! “Noooossa, Justin, como você é
vendável! Pó isso você ganha tantos Grammies!” Então vem “What goes around... comes around”, o trunfo dessa porcaria, a unica musica realmente boa! Puxadinha bem black, que graças a deus não se deixa cair nesses hip hop que são maniazinha hoje em dia, com graves demais e agudos engraçadinhos que, na real, só deixam o “cantor” com cara de babaca. Pelo contrário, a música usa os agudos muito bem, mantém a música mais num pitch intermediário, e nem pensa nos graves hypados. Além disso a letra é... regularzinha, o ritmo é cabuloso de dançável e o clipe, bom, é com a Scarlett Johansson... Depois vem “Chop Me Up”, que num fede nem cheira, principalmente depois da música realmente boa do CD.ô beleza de clipe, meu deus...
Bom o Will.I.am entro na parada pra essa oitava musica, “Damn Girl”, que pra ser uma boa música só faltava letra. E ritmo, e melodia... sério, colocar “feat Will.I.am” não deixa uma musica boa, nem nesse mundo musical hiphopeado de hoje em dia. E o trabalho dele poderia ter sido bem melhor também, quer dizer, ele é o cabeça do Black Eyed Peas, que é (infelizmente) a mais “badalada” banda de coisas funkies e dançantes hoje em dia... ele deveria saber fazer uma música pelo menos dançável. Pelo amor de Deus, um pouquinho de seriedade aqui, broder!.
Segue “Summer Love” (eh... jah deu de Love, beleza? Pegamos a idéia!). Essa musica eh assim: pegue um daqueles containeres de plástico (sabe aqueles que de vez em quando você coloca birita e gelo dentro? Esses mesmos) e batuque nele uma base meio hip-hop; pegue um esquilo e torça com c fosse roupa molhada sabe (pois é, os supracitados graves exagerados e agudos cretinos); faz um letrinha pasteurizada estilo “gangsta love”, e pronto!
Depois disso só tem mais três músicas, que são iguais umas às outras e péssimas. São elas: “Until The End Of Time” e… ah, esquece, você não vai gostar delas, confie em mim.
Enfim, embora tenha uma ou outra música ouvível (e, principalmente, dançável) seja um, digamos, “Grammy Material”, e tenha uma música realmente foda (acho q já deu pra captar qual é), o conjunto da obra é, digamos, comparável aos seus tempos de N’Sync. Maaaaas, como nesse site nós primamos pela parcialidade (não, eu não esqueci o “im”) e não hesitamos em congratular qualquer um que consiga obter dinheiro e mulheres (sinônimos? Talvez...) com um mínimo de esforço, seja seu trabalho artisticamente válido ou não, aí vai a nossa teoria: Odeie a mensagem mas não odeie o mensageiro. Pq se o cara saiu da Disney, virou N’sync, fez muito cd ruim, e era visto como bicha por toda a população masculina, e ainda o é por boa parte dela e, ainda assim: traçou a Britney Lanças (quando ela tinha cabelo e sanidade) e tem grana pra fazer a Scarlet Johanson se esfregar nele por 7 minutos vestindo quase nada, meus senhores ele sabe algo q nós, infelizmente, não sabemos. E se pra colocar isso em prática ele tem que lançar uns cds no mínimo instáveis, bem, é como o velho Nicolau já dizia: os fins justificam os meios.

Por isso eu digo que integridade artística é para os fracos
Colaboração: Henrique Cleto Carneiro
3 comentários:
Vim intervir em favor do justin. Eu nunca gostei de n'sync, meu esquema era girl band, girl power, sport spice e tudo mais, mas fala sério! O cara é legal. Não me importo com os grammys, quem ganha nunca é merecedor pra mim e, no frigir dos ovos, esses prêmios só servem pra endeusar quem já está no pedestal. Enfins... partindo pra defesa: O mundo precisa de um garotinho que faça sucesso e que nos ponha pra dançar! O falecido Michael Jackson já teve sua época de glória, mas agora ele não tem nariz. O público (e as fãs) precisam de um novo bonitinho. Ele cumpre esse papel com cara de majestade ainda.
Já que hoje em dia comprar cd é coisa pra fã, baixe só os hits, que na maioria são legais e todo mundo dança. Taí a grande utilidade do Justin. Ele não merece tamanha crítica e espaço no blog (ou site, como você prefere, haha), só se chacoalhe. :)
p.s: Ninguém daria bola pra Scarlett se ela não tivesse aqueles peitos e uma boca neo-angelina jolie. Seja sincero.
E um beijo.
E ah! ele ainda se dá bem pegando na bunda da Kylie Minogue!
(é assim que se escreve? e é ela afinal?)
Cara, eu sou a favor do justin. Sou contra o CD dele.
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